VENEZUELA – 16 mortes e relatos de tortura marcam crise política no país

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Deputada de oposição ao governo, María Corina Machado, afirmou: “Os jovens venezuelanos torturados mostram que a máscara de democracia do regime caiu”. 

VenezuelaFOTO: Concentração na tarde de hoje, (27), na Av. Vzla El Rosal, Caracas. (Twitter)

Neste mês de fevereiro, o presidente Venezuelano, Nícolas Maduro, enfrenta ondas de manifestações contra seu governo. Com o saldo de 16 mortes e várias denúncias de tortura, os manifestantes querem a renúncia do líder chavista. Na noite de ontem, (26), a hastag #MantenerLasTrancasHastaQElTiranoCaiga foi um dos assuntos mais comentados mundialmente no Twitter.

Leopoldo López,  fundador do partido conservador Voluntad Popular e um dos principais líderes de oposição à Maduro, é apontado como responsável pelos recentes protestos, e está preso após se entregar à polícia no dia 18, sob acusação de terrorismo e violência nos atos contra o presidente. De dentro da prisão, Leopoldo continua a pedir que as pessoas protestem contra Maduro, mas de forma pacífica. Enquato isto, as ruas da Venezuela em vários Estados são tomadas por pessoas a favor e contra o governo de Nícolas Maduro.

Manifestando-se publicamente sobre os conflitos no país, Dilma Rousseff disse que não deve haver interferências brasileiras na Venezuela: "Não cabe ao Brasil discutir o que a Venezuela tem a fazer, até porque seria contra a nossa política externa. Não nos manifestamos sobre a situação interna de nenhum país."

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Por: ANAJURE l Press Officer – Wanda Galvão

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