Estratégia Mateus 17:21 – Movimento do gênero neutro: organizando movimentos de oração e jejum para combatê-lo

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Por  Lcda. M. Y. López-Peña
Alianza de Juristas Cristianos – Porto Rico

FT


Durante a Segunda Guerra Mundial, o Primeiro Ministro da Inglaterra, Winston Churchill, chamou um grupo de pessoas para orar diariamente por uma hora, todos os dias, e fazer um clamor coletivo para salvar a Inglaterra da invasão nazista, além de devolver a paz a seu país [1]. A história foi testemunha de que aquelas orações foram respondidas.

É por isso que hoje, em pleno século 21, nós rogamos que os cristãos se organizem com seus vizinhos e irmãos na fé, uma hora de oração diária em pelo menos um dia por semana, em oração e jejum, para cancelar a invasão ideológica das teorias de gênero que está invadindo a sociedade em nível mundial, e localmente também em Porto Rico. Vamos à raiz dessa estratégia de desconstrução do “gênero”, com o qual se tem pretendido substituir a qualidade humana de sexo.

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A partir do ponto de vista espiritual, o que é gênero?

 

A palavra diz que: “… este gênero não sai senão com oração e jejum”. (Mateus 17:21) “Gênero” se refere a demônios.  Os demônios não tem sexo definido, por quanto o sexo é uma qualidade física exclusiva do ser humano.  O sexo é o dom que Deus nos deu para cumprir seu plano.  “Frutificai e multiplicai-vos;  enchei a terra, e sejas senhor dela…” (Gen. 1:28). A inveja destrutora do inimigo se propõe a aniquilar a identidade sexual humana e transformar-nos em “gêneros”, ou seja, demônios. A presa mais fácil são as crianças, para deformá-los na etapa em que seus cérebros não estão maduros para defender sua própria identidade humana.

  • Deus ordenou a vida e criou o homem. O ordenou sexo masculino.  (Gen.2:7)
  • Deus ordenou a vida e criou a mulher. A ordenou sexo feminino. (Gen. 2:22)
  • Deus ordenou a união de ambos os sexos e celebrou o primeiro ato nupcial dispondo que “serão uma só carne”, tornando-o independente em sua maioridade, da mãe e do pai (Gen. 2:24), e instituindo assim a família.
  • Deus ordenou o desfrutar da sexualidade entre ambos os sexos. (Gen. 2:25) Deus o fez em tudo formoso.

O desfrutar da identidade do sexo é uma dádiva de gozo e o poder para gerar mais vida. É o continuar a espécie humana dentro da família criada por Deus. O gênero humano se compõe de dois seres de sexos opostos. Na Bíblia, a palavra  gênero, quando não faz referência imediata  às espécies humanas ou animais, (Gen 1:25; Jo 12:10) se refere a demônios. Os gêneros (Mateus 17: 21) não tem corpo físico, não tem sexo. A palavra nos adverte que “Não temos que lutar contra sangue nem carne…”  Efésios  6:12  Este “gênero” são demônios amorfos que se transformam em qualquer tipo de aparência e possuem sabedoria diabólica  (Stgo. 3:17). 

A agenda do inimigo usa “gênero” para impor a homossexualidade como um sistema político e educativo, substituindo a realidade da natureza humana por conceitos imaginários e meios artificiais. Tudo isto com a finalidade de degenerar o ser humano, abolindo a identidade  sexual e a família.  O que “gênero” procura é o extermínio paulatino da raça humana.  Mas Jesus veio para dar a vida. Assim o cremos e declaramos.

 

II  De onde surge este fenômeno de gênero?

 

Nos fizeram acreditar que a perspectiva ou teoria de gênero foi criação do movimento feminista. Em nível internacional o estão propagando como um direito internacional, impulsionado por 28 homossexuais que se reuniram em Yoguiakarta, Indonésia, e redigiram um manifesto, reescrevendo os direitos humanos à sua própria maneira com a intenção de erradicar princípios universais, e suplantá-los pela filosofia homossexual (2007).

Gênero não possui origem nem feminista nem no direito internacional. O criador dessa chamada teoria foi um psicólogo homem que mantinha relações sexuais com outros homens e defendia a legalização da pedofilia, incesto e pornografia, o Dr. John Money [2]. Money definiu o sexo como aquele com o qual nasce a pessoa, macho ou fêmea [“Whatyou are born with”]; quanto ao gênero, o definiu como os papéis sociais que a pessoa adquire da função social [“from the social script”].

Segundo Money, o sexo biológico não é determinante para que uma pessoa seja homem ou mulher [3]. Desde os anos 50, Money começou a  praticar sua teoria como tratamento médico em crianças que padeciam de deformações genéticas em seus genitais, nos quais não era claro definir com uma simples vista, o sexo, devido a defeitos genéticos. Como Money não os podia descrever como homem ou mulher, optou por chamar “gênero” a esses pacientes. Money, tal qual um deus, determinava se o paciente “gênero” se desenvolveria como homem ou mulher, segundo sua apreciação “científica” para serem submetidos a hormônios e cirurgias plásticas.

O experimento fundamental da “teoria de gênero” ou “perspectiva de gênero” no paciente preferencial do Dr. John Money já diz tudo. David (Bruce/Brenda) Reimer não nasceu com má formação genética. Seu pênis havia sido queimado durante uma circuncisão negligente.  Seus pais consultaram a Money, e este somente se interessou em provar sua teoria de gênero, por que se tratava de uma criança normal. No lugar de recomendar que fosse feita uma reparação no pênis, ordenou a castração total.

Após isso, o menino foi submetido a anos de tratamento físico, hormonal e terapias psicológicas desde que era um bebê. Removeram os testículos de um jovem que poderia ter sido um pai fértil.  Money lhes assegurou que um menininho podia ser criado como menina (Brenda) e a única diferença seria que chegaria a ser uma mulher estéril.

Como parte das supostas terapias de “educação sobre gênero”, a David/Brenda e também a seu irmão gêmeo Brian, foram expostos à pornografia, a atos sexuais entre eles e a conselhos de travestis. Esse caso teve supostamente todos os controles de laboratório para que fosse bem sucedido. Aquele brutal experimento culminou no suicídio do paciente, David Reimer, e seu irmão Brian na fase adulta. Como não podia deixar de ser, isto produziu a devastação irreparável em toda sua família.

Se obtivesse o êxito esperado, o experimento seria estendido à sociedade em geral, como agora pretendem fazer os governos, apesar do fracasso cabal desse caso. Esse é o experimento social ao qual os governos já estão submetendo menores em vários estados dos EUA (Massachusetts, California, NY, etc.). Da mesma forma, agora se quer submeter a todas ascrianças em Porto Rico, na America Central. E não é tudo: isto está acontecendo também em outras partes do mundo como Canadá, Espanha, Suécia, etc.

 

A história de Money

 

Money perdeu seu pai muito cedo. Odiava a lembrança de seu pai porque o via como um homem agressivo. Tendo sido criado por sua mãe e algumas tias maternas – que falavam muito mal de homens, de forma genérica, Money chegou a sentir-se culpado por ser homem e passou a odiar sua identidade masculina [4]. A amargura acabou por gerar pensamentos diabólicos (Stgo. 3:13-17). Aquela amargura de sua infância foi o dínamo de sua filosofia de vida, que hoje se propaga como praga intelectual no sistema educativo dos governos por todo o mundo.

Money foi colaborador do Dr. Alfred Kinsey, conhecido como o pai da revolução sexual dos EUA. Kinsey [5] tinha como seu assessor espiritual pessoal o satanista Aleister Crowley, a quem visitava em seu templo Thelema na Italia. Crowley instruiu Money a recrutar pedófilos para cometer abusos sexuais em infantes e crianças, e que documentasse as reações de suas vítimas, como parte de seus supostos estudos. A indústria da pornografía financiava as investigações científicas de Kinsey e Money. Kinsey foi o precursor de conceitos como: orientação sexual, normalização da homossexualidade, bissexualidade, pedofilia, incesto, liberdade sexual para menores, etc. [6] 

 

III Gênero sob o ponto de vista sócio-político

 

nero é um termo criado para designar um tratamento médico que fracassou, e agora o estão convertendo em uma ideologia política e educativa. O experimento para validar o dito tratamento somente produziu nos irmãozinhos Reimer um vazio de identidade que indiscutivelmente é mortal para o ser humano a longo prazo.  Por que teus filhos, que nasceram perfeitos sem deformações genéticas, tem que ser tratados e ensinados como “gêneros” e educados por teóricos “especialistas” da escola de Kinsey? Como é possível que os governos tenham assimilado essa nefasta teoria?

A agenda gay se desenvolve por etapas para enganar a todos os cidadãos e governos. Eles usam a tática de infiltrar palavras comuns, trocando seus significadose agindo por meio da massificação do conceito. “Gênero”, como ideologia, produz um governo totalitário que começa suprimindo as liberdades de expressão, de culto e o direito inalienável dos pais sobre a criação dos filhos. A ideologia de gênero vem se infiltrando em cinco etapas:


1ª Etapa: o vocábulo “gênero” usado para suplantar a luta contra a discriminação por sexo contra a mulher ou “discriminação por gênero”.

Assim, as pessoas foram se acostumando com a ideia de que “gênero” se tratava de uma causa nobre para a igualdade da mulher. Como respeitamos os direitos, aprendemos a acreditar que “gênero” é um conceito respeitável.  Mas NÃO O É. Pelo contrário, o “gênero” faz invisível a mulher. Esta já não existe, senão seres chamados “gêneros”.

2ª Etapa: se substitui sexo por gênero

Fizeram com que as pessoas acreditassem que sexo e gênero são sinônimos. Já você encontra em formulários do governo, universidades, hospitais, empresas, até em igrejas, que lhe perguntam qual é seu “gênero F__M__”. Em consequência disso as pessoas acreditam que sexo e gênero tradicionalmente são a mesma coisa. Mas NÃO SÃO.

3ª Etapa: educar que os indivíduos são gênero;  já  não são  homens, nem mulheres.

Ou seja, não existe o sexo como identidade alguma. Portanto, a prática da homossexualidade e da bissexualidade seria imposta. A reprodução humana seria em laboratórios mediante pais e mães desconhecidos, tal como se reproduzem os animais de granjas para o comércio. Neste caso para o comércio sexual, sem restrições por idade (pedófilos), por parentesco (incesto), sem compromisso (casais ou grupos sexuais fora do casamento de qualquer combinação de sexo), promiscuidade, pornografia, bestialidade, necrofilia, com objetos, robôs, (cyborgs), etc. Pelo que a orientação sexual seria meramente o que seja prazeroso para quem o pratica.

Analise a política educativa de seu Estado ou país.

Por exemplo, em Porto Rico a Circular #3 do mês de julho (semestre 2008-2009 do Departamento de Educação) define gênero como “conjuntos de relações, as características, as atitudes, os comportamentos, os valores e a ordem relativa construída que a sociedade designa de maneira diferenciada ou que as pessoas se designam a si mesmas. O sexo biológico se refere a características genéticas, biológicas, anatômicas, enquanto que gênero é um conceito social que define as identidades aprendidas ou assumidas…”. O plano é inculcar nos menores nas escolas, com ideias e práticas, que eles não tem identidade sexual, levá-los à confusão, fazer-lhes acreditar  que podem escolher seu “gênero” (ser menina, menino ou ambas), estimulá-los a experimentar toda classe de relação para que “escolham”.      Os induzem a acreditar que os seres humanos são uma coisa amorfa, porque sua biologia não importa. Logo, na circular #2 de 19 de julho de 2011 e a circular #15 de 2 de abril de 2012 usam uma linguagem menos direta para dissimular sua verdadeira agenda, mas seguem usando as mesmas fontes de escritores e suas ideologias. Ainda que não definam o que é gênero, descrevem que se ensinará gênero e orientação sexual,  melhor dizendo, desorientação sexual, como algo respeitável, belo e bom para a infância.  O novo governo de Porto Rico que assumiu o poder em janeiro de 2013, e prometeu fazer obrigatório este ensino a menores nas escolas e a todos os servidores públicos, incluindo legisladores e juízes.

4 Etapa:  se proibiria identificar o sexo nas  escolas.

Por exemplo: Em uma escola pré-escolar na cidade de Egalia, em Estocolmo, Suécia, os professores e “staff” evitam utilizar palavras como “ele” ou“ela”, e se dirigem aos meninos como “Friend” ou amigos” ou “buddy” (usando  termos neutros) e não como meninas e meninos. Desde o uso de cores, roupa e a localização dos brinquedos ou a seleção dos livros, cada detalhe foi planificado cuidadosamente para que os meninos não caiam em estereótipos de gênero ou seja, que não saibam de que sexo são; que todos usem bonecas e brinquedos para meninos indistintamente. Parece louvável, mas o objetivo é que cada criatura não saiba se é ela ou ele. O assunto vai mais além de aprender a usar brinquedos e de aspirações vocacionais. O plano é que os meninos escolham sua orientação sexual. (Click aqui)

5ª Etapa: se proibiria identificar o sexo na certidão de nascimento

Alegam que “lhe causa um mal irreparável e desumano a toda criatura que lhe digam que tem um determinado sexo”. Os ativistas de condutas sexuais ou gays obrigam os trabalhadores sociais a desestabilizar a construção social da classificação dos seres humanos em mulher e homem. Os ativistas dizem que ser homem ou mulher é uma clasificação opressiva, pelo que eles acreditam que a teoria construtivista e a teoria “queer” é o método adequado. Eles alegam que etiquetar com “homem” e “mulher” na hora do nascimento tem uma implicação monumental danosa para o resto da vida da criançae é uma opressão desumana [7]. Ou seja, para eles é desumano ser o que se é.

Em resumo, a teoria construída pelos ativistas homossexuais é que não há homem, nem mulher, que todo o mundo tem que ser transgênero, o qual inclui, e cito: “bigêneros, gêneros radicais, lesbicas, travestis, inter sexos, hermafroditas, transexuais, “drag kings and Queens” ou as loconas, “gender-blenders”, homossexuais, “genderqueers”, ou uma pessoa com duplo ser, ele-ela, ou de dois espíritos”. Desde quando a ciência acredita em espíritos? Acaso isto não é um conceito animista de ocultismo?

Por outro lado, os neo marxistas e comunistas estão por trás desta agenda. Ainda que algumas nações comunistas condenem a homossexualidade, eles encontraram a maneira de destruir nosso sistema democrático. Sem disparar um só tiro, conseguem fazer com que as nações democráticas se tornem em ruínas. Seu objetivo é destruir a família e o casamento que, segundo eles, é a medula do capitalismo. Certamente, se conseguem desarticular o casamento e a família, derrubam qualquer nação. Conseguem destruir os pilares da democracia como o são a liberdade de expressão, de culto, e de consciência. Isto a tal grau que os seres humanos nem sequer tenham consciência de sua própria identidade nem suas raízes familiares. As crianças passariam ao controle do Estado como propriedade do governo, que lhe designaria o que hão de ser como criaturas.

A  “American Civil Liberties Union” (ACLU) é a principal promotora de educação nas escolas de direito e de litígios para impulsionar um sistema político homossexual. O fundador de ACLU, Roger Balwin, abertamente disse que sua meta é o comunismo nos EUA [8].

Oremos para que Deus em sua infinita misericórdia guarde a infância do mundo inteiro desta teoria mortal. Que liberte as mentes cativas nessas teoriase condutas. Deus lhes ama e não deseja que nenhuma alma se perca. Repreendamos em o nome  de Jesus a este movimento de gênero.

Alerta: A versão da Bíblia New International Version (1990), talvez por erro ou inadvertência,  eliminou o versículo de Mateus 17:21. Apenas em uma notinha, menciona algo desse texto.  A palavra de Deus adverte que não pode ser alterada. Apoc. 22: 19. Comparem suas bíblias.
 


[1] Convocatoria nov. 2011 de ADF para orar por los valores en EU.

[2] Colapinto John, As Nature Made Him: The Boy who was Raised as a Girl, (NY Times Bestseller, 2001). Dr. Reissman Judith, Kinsey Crimes and Consequences 2ed (2000)

 

 

[3] Money J, Gay, Straight and In between, pág. 52 (1988).

 

 

[4] Lea la historia de David Reimer y Money en:  Colapinto John, As Nature Made Him: The Boy who was Raised as a Girl,  (NY Times Bestseller, 2001).

 

 

[5] Reisman J., Kinsey, Crimes and Consequences,Supra.

 

 

[6] Id.

 

 

[7] 4  LESBIAN PROFESSOR URGES DECONSTRUCTION OF GENDER. HTTP://www.NARTH.COM/DOCS/DECONSTRUC­TION.HTML * Edición noviembre 2012

 

 

[8] Sears A. y 0sten C, The ACLU vs America, Ed. B Holsman, 2005. Citado en el libro “Dios y Yo Somos Mayoría Frente a las pequeñas Zorras de la Agenda Homosexual.” MYLP (2011)

 

 

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TRADUÇÃO: Élica Julianne

 

 

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