VIA CPAD News: ANAJURE lança Campanha Nacional de Combate à Erotização e Abuso Sexual Infanto-Juvenil

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Brasil lidera o triste ranking mundial de Turismo Sexual com crianças


A Associação Nacional de Juristas Evangélicos – ANAJURE – está lançando uma Campanha Nacional contra a Erotização e Abuso Sexual Infanto-Juvenil, por ocasião da Semana Nacional de Combate ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes, que acontece de 13 a 18 de maio no Brasil, data definida pela Lei Federal 9.907/00. 

Entre as ações estão previstos: a emissão de Carta Aberta contra a Erotização Infantil; publicações em texto e vídeo no site da entidade que esclarecem a sociedade sobre como evitar o abuso sexual infanto-juvenil; a investigação e denúncia de casos concretos recebidos a órgãos do Poder Público; e curso online em que haverá orientações práticas para identificar e encaminhar situações suspeitas envolvendo crianças e adolescentes.

As ações serão coordenadas pelo diretor honorário da ANAJURE e procurador regional da República, Dr. Guilherme Schelb, que há mais de 20 anos investiga e estuda casos relacionados a abuso sexual infanto-juvenil, assim como também ministra palestras em escolas e instituições em geral sobre prevenção da violência e abusos contra crianças e adolescentes.

“O objetivo dessas ações da nossa Campanha Nacional contra a Erotização e Abuso sexual infanto-juvenil é alertar a sociedade e mais especificamente a igreja evangélica brasileira sobre esta triste realidade. Não só alertar, como também informar e ajudar a pais, estudantes, e líderes em geral, a enfrentarem essas situações no contexto da família, da escola, do trabalho e da igreja. Nossa luta é árdua porque sabemos que, por exemplo, a erotização infantil é uma das bandeiras do movimento LGBT brasileiro, assim como o é a pedofilia, que eles chamam disfarçadamente de ‘redução da idade do consentimento sexual’. Estamos atentos a tudo isso e combatendo o bom combate em todo o país, com a nossa rede de juristas”, afirmou o Dr. Uziel Santana, presidente do Conselho Diretivo Nacional da ANAJURE.

Para ajudar a orientar a população sobre este grave problema social, a ANAJURE promoverá um curso on-line para orientação de prevenção a situações de abuso e violência. O curso on-line sobre a prevenção da violência e abuso sexual infanto-juvenil terá uma carga horária de 30 horas-aulas e estará disponível no site da ANAJURE a um custo simbólico, sendo destinado a pais, líderes cristãos, estudantes e interessados em geral. Serão disponibilizados certificados aos participantes.

Brasil lidera o triste ranking mundial de Turismo Sexual com crianças

A Organização Internacional do Turismo (OIT), citada pelo Observatório Mídia e Política da Universidade de Brasília, listou algumas razões que favorecem a atuação de aliciadores no Brasil. Entre os fatores estão: o baixo custo operacional; a existência de uma boa rede de comunicações; a facilidade de acesso a bancos, casas de câmbio, portos e aeroportos; a facilidade de ingresso em vários países sem necessidade de visto consular; além da tradição hospitaleira da população em relação aos turistas e a miscigenação racial, fator que atrai os clientes europeus da prostituição.

Com todos esses fatores que favorecem os turistas que vêm atrás de serviços sexuais, o Brasil passou para o primeiro lugar no ranking mundial em destino de turismo sexual com crianças em todo o mundo, à frente da Tailândia, que liderava esse triste ranking.

A luta pela dignidade e vida das crianças e adolescentes é uma das frentes de atuação da ANAJURE, por isso mesmo, o lançamento desta Campanha Nacional contra a Erotização e Abuso sexual infanto-juvenil é uma decorrência dos trabalhos da entidade e que certamente será fortalecida à medida que se aproximam os dois eventos esportivos de alcance mundial. Neste sentido, o Dr. Uziel Santana enfatizou que “A ANAJURE não medirá esforços em, junto com outras instituições e o próprio Poder Público, combater o turismo sexual e a prostituição infantil e juvenil, especialmente, neste contexto de Copa do Mundo e Olimpíadas. Estamos também atentos aos lobbies que começam a se formar no subterrâneo do poder para legalizar a corrupção de menores e todas as formas de prostituição. Certamente, a sociedade gritará em alto e bom som contra isso e a ANAJURE lutará no mesmo sentido”, pontua.

“Não podemos aceitar que crianças de 10, 12 anos iniciem sua vida sexual, por vezes induzida na própria família, ou na escola e em comunidades carentes. Não podemos aceitar isso como manifestação da liberdade. Essas crianças são escravas de uma política pública federal que de um lado combate, mas por outro estimula a erotização da infância. A ANAJURE nesse sentido atuará como um instrumento de defesa da vida e da infância.”, completa o Dr. Guilherme Schelb.

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