Jovens da Tunísia são forçadas a prestar serviços sexuais aos Jihadistas na Síria

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Várias muçulmanas da Tunísia foram enviadas à Síria e forçadas a prestar serviços sexuais para um número que pode variar de 20 a 100 jihadistas, que combatem contra o governo de Bashar Al Assad. Cerca de 13 adolescentes voltaram para casa grávidas, segundo informações de um muftí (especialista em lei islâmica) da Tunísia. A denúncia foi feita pelo próprio Ministro do Interior da Tunísia, Lotfi Ben Jedú. 

De acordo com o canal árabe Al Arabiya, as muçulmanas foram enganadas para viajar ao território Sírio, e em seguida forçadas a manter relações sexuais com jihadistas. O muftí Sheikh Othman Battij descreveu esta prática como uma forma de "prostituição" e de "educação imoral".

De acordo com fontes próximas ao Ministério do Interior da Tunísia, 86 pessoas foram presas desde março de 2013, como suspeitas de formarem redes de envio das jovens tunísias para a chamada ‘jihad sexual’ na Síria.

Em agosto, o Diretor Geral dos Serviços de Segurança do Estado da Tunísia, Mustapha Bin Omar, declarou que foi detectada uma tentativa de promoção da "jihad sexual" numa área do oeste da Síria.

A "jihad sexual" é denominada como a prostituição de mulheres muçulmanas de maneira legalizada, a fim de "sacrificar" suas castidades para "ajudar" jihadistas, "sexualmente frustrados",  por dedicarem-se à guerra na Síria.

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FONTE: BOLTXE

TRADUÇÃO: WANDA GALVÃO

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