ANAJURE com os Refugiados #WorldRefugeeDay

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Refugiados


Um dia para pensar no outro. Outro que totaliza 60 milhões de pessoas longe de casa, vítimas da guerra, perseguição religiosa ou ideológica. A data foi proposta pela Organização das Nações Unidas, através de sua Agência para Refugiados (ACNUR), no ano 2000. Por causa deste dia, o ACNUR preparou uma petição que será entregue na sede da ONU em New York na durante a sessão da Assembleia Geral da ONU no dia 19 de setembro. A petição pede aos governos que:

– Garantam que todas as crianças refugiadas tenham acesso à educação.

– Garantam que todas as famílias refugiadas tenham um lugar seguro para viver.

-Garantam que todos refugiados possam trabalhar e adquirir conhecimentos que contribuam de forma positiva para suas comunidades.

ASSINE AQUI.

Veja também: Documentário da Missão Oficial da ANAJURE no Oriente Médio


IMG_3938Mas o #WorldRefugeeDay, Dia Mundial dos Refugiados, é para mais que lembrar estatísticas. É um dia para pensar em ações urgentes e efetivas que ajudem a amenizar o sofrimento de milhares de famílias que tiveram suas rotinas bruscamente alteradas. Neste sentido, a ANAJURE, por meio do projeto ANAJURE Refugees, tem trabalhado no recebimento de várias famílias de refugiados no Brasil oriundos de países da África, Oriente Médio e Ásia Central.

Além desses programas, no entanto, o ANAJURE Refugees também tem desenvolvido alguns projetos de intervenção e ajuda humanitária em países do Oriente Médio em parceria com o ACNUR, órgão da ONU para refugiados; o Ministério das Relações Exteriores e as Embaixadas do Brasil no Líbano, Síria, Jordânia, Turquia, Iraque e Egito. De 02 a 09 de julho, inclusive, a ANAJURE estará em missão oficial no Oriente Médio, visitando autoridades locais e campos de refugiados para trabalhar na logística das ações humanitárias a serem desenvolvidas na região.

O primeiro desses projetos é a coordenação e o financiamento de aulas de português para refugiados que sairão da Jordânia para refugiar-se no Brasil. O responsável pela execução dele é o gerente do ANAJURE Refugees no Oriente Médio, que mora em Amã, capital da Jordânia, e acompanha de perto as situações mais delicadas concernentes à necessidade de ajuda internacional.

Julho 2 (1)O segundo projeto será feito em conjunto com a UniEVANGÉLICA e a Universidade Presbiteriana Mackenzie, com um trabalho de intervenção local de 6 meses, a começar em agosto de 2016, para auxiliar refugiados no âmbito educacional, jurídico e de assistência médica, com atendimentos especiais para emissão de documentos e suporte psicológico. Este trabalho específico será realizado em um abrigo de refugiados em Saida, no Líbano, chamado de “Pepsi Underground Collective Shelter”, que acolhe atualmente 980 sírios, em 200 “unidades” (na verdade, pequenas salas do antigo depósito de fábrica da Pepsi), segundo informações da Embaixada do Brasil em Damasco. As famílias refugiadas neste abrigo são da região de Homs e deixaram a Síria em 2011.

A realização de todas essas atividades é apenas uma pequena forma de contribuirmos para amenizar os efeitos da maior crise humanitária desde a Segunda Guerra Mundial e assim cumprirmos o mandamento bíblico de acolhermos o necessitado e estrangeiro, uma vez que o próprio Jesus também foi um refugiado enquanto esteve aqui na terra. Acreditamos que a sociedade civil brasileira pode desempenhar um papel fundamental e grande relevância nesse momento em que temos vivido e por isso, no dia de hoje, gostaríamos de convidá-lo a ser parte dessa história e nos ajudar a ajudar aqueles que precisam.

Clique aqui e conheça mais sobre o ANAJURE Refugees. Adquira também o Livro ‘Refugiados no Brasil‘, da ANAJURE Publicações.

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Por Wanda Galvão e Igor Sabino l ANAJURE

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